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Apesar da perplexidade com a crise, comando do Exército barra planos de intervenção militar

26.12.2017 10:12 24
Atualizado em 09.04.2018 15:50

Reportagem
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Liderados pelo comandante do Exército, oficiais das Forças Armadas evocam o preço que a instituição ainda paga perante a sociedade pelos 21 anos de ditadura

 

Pedro Paulo Rezende

Não se discute mais futebol nas unidades militares brasileiras. O tema do momento é a crise institucional – as denúncias contra políticos, o comportamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a corrupção entranhada nos três poderes da República. Há perplexidade e indignação entre oficiais, subalternos e soldados. Apesar disso e do clamor de setores reacionários mais radicais, é remota a possibilidade de uma intervenção fardada no país.

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É o que mostra a nova edição da Revista Congresso em Foco, que ouviu, durante três semanas, oficiais generais das três forças armadas e analistas de temas relacionados a questões de defesa. Todos afirmaram que o comandante do Exército, general de Exército Eduardo Villas Bôas, tem total controle da situação, o que inviabilizaria o risco de um golpe. Ele estabeleceu como missão garantir a transição para o governo que será eleito na disputa presidencial de 2018 e sua liderança se expande para a Marinha e a Aeronáutica.

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O general de brigada Paulo Chagas reconhece esse esforço. Uma das lideranças da reserva, mantém 5 mil amigos seu perfil no Facebook, com 1.300 na lista de espera, e 11 mil seguidores. Ele tem uma pergunta na ponta da língua quando alguém se aproxima pedindo intervenção militar: “Vocês confiam nas Forças Armadas?”. Quando a resposta é positiva, ele ressalta que a inteligência do Exército monitora em tempo real a situação em todo o território nacional e que não é hora para aventuras.

O Alto Comando do Exército agrupa 16 generais de Exército, o posto mais elevado da carreira. Segundo oficiais da ativa, o general Villas Bôas instituiu uma rotina semanal: compartilhar e analisar os dados obtidos pela inteligência da força com a cúpula do Exército em Brasília e, por meio de teleconferência, com os comandantes de área. Nessas reuniões forjou-se o consenso de que uma ação só se justificaria em um quadro de completa falência das instituições nacionais.

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Essa posição veio a público em 15 de setembro, em uma conferência do então secretário de Economia e Finanças, general de Exército Antonio Hamilton Martins Mourão, na Loja Maçônica Grande Oriente de Brasília.

“Não existe nenhum mecanismo constitucional que permita uma intervenção militar sem que seja provocada por um dos três poderes da República. Só seria viável em um quadro de total anomia”, reconhece uma fonte que participa desses encontros. “Além disso, há um consenso de que pagamos um preço institucional alto demais pelos 21 anos do regime de 1964 e esse fator ainda pesa quando se discute o papel dos militares na vida do país”, observa.

Segundo o oficial, essa posição reflete o pensamento de Villas Bôas e foi decisiva quando se optou inicialmente por não punir o general Mourão, que passa para a reserva em março do próximo ano e já é visto, por setores mais radicais, como uma alternativa mais palatável para a candidatura do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à Presidência da República.

Nelson During, editor do Defesanet, o mais prestigioso site sobre temas de defesa do país, não acredita nessa hipótese. “O objetivo do general Mourão é a presidência do Clube Militar”, diz. Ele acabou afastado de suas funções, em dezembro, após fazer críticas públicas ao presidente Michel Temer.

Veja também na revista:
<< PT e PSDB estão juntos e levaram o Brasil para o buraco, diz Marina
<< Eduardo Bolsonaro: “Se o STF absolver todos os corruptos, eu apoiaria qualquer quebra de legalidade”

O poderoso Clube Militar

Mourão sabe o poder da instituição no imaginário das Forças Armadas. Como centro difusor do pensamento positivista, do velho lema “ordem e progresso”, o Clube Militar foi decisivo em diversos momentos da política brasileira. A Proclamação da República nasceu na assembleia geral de 9 de novembro de 1889, presidida pelo tenente-coronel Benjamin Constant. No mesmo dia, o Império recepcionava os oficiais da Marinha do Chile no Baile da Ilha Fiscal, última festa da monarquia.

Durante o século 20, o Clube Militar apoiou a Revolução de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder, endossou a criação e o fim do Estado Novo e serviu como caldo de cultura para o movimento que, em 31 de março de 1964, derrubou o presidente João Goulart. Sua sede, na carioquíssima Avenida Rio Branco, serve de palco para manifestações que glorificam o regime militar e repudiam acusações de tortura e execução dirigidas contra os integrantes das unidades que participaram da repressão aos movimentos guerrilheiros nos anos de chumbo.

Integrantes do clube também são influentes nas redes sociais, pelas quais disseminam ideias que alcançam um público de todas as idades. A importância da entidade serve como caixa de ressonância para a enorme comunidade de militares da reserva que se entrincheira no Rio de Janeiro. É de lá que partem os clamores a favor de uma intervenção, registrados em frequentes artigos do atual presidente do clube, o General de Divisão Gilberto Rodrigues Pimentel, que coloca o poder civil como uma concessão do poder armado quando se manifesta em público ou por escrito.

O que pensa a cúpula

O Clube Militar seria um ambiente perfeito para que Mourão influenciasse as Forças Armadas nos anos vindouros em todos os aspectos, dos operacionais aos políticos, mas há alguns fatores que contribuem para uma candidatura do general ao Planalto: Jair Bolsonaro é visto por parte da oficialidade, da ativa e da reserva, como um homem imprevisível e incapaz de dialogar. “O ideal para nós é que seguisse o modelo do ex-presidente Lula e servisse de fachada para um grupo de técnicos extremamente qualificados, mas ele peca por excesso de vaidade e de pretensão. Acha que sabe tudo e dessa forma fica difícil conversar”, diz à reportagem um militar.

Mourão, considerado por seus colegas um intelectual extremamente bem preparado, com grande conhecimento dos problemas nacionais, serviria como elemento surpresa caso os índices de rejeição ao parlamentar continuem em crescimento e inviabilizem sua candidatura à Presidência.

Humberto Lourenção é professor de Ciência Política do Programa de Mestrado em Ciências Aeroespaciais da Universidade da Força Aérea (Unifa). Psicólogo e filósofo, entre outros títulos, tem pós-doutorado em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército (Eceme). “O oficialato brasileiro é conservador, apoia a privatização e acha que a corrupção do Estado brasileiro não tem solução”, afirmou.

A cúpula militar defende o novo modelo de exploração do pré-sal, sem a presença obrigatória da Petrobras, e coloca no mesmo patamar os pedalinhos de Lula e as malas de dinheiro do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Tem um pensamento diverso do nacionalismo que criou as estatais e estabeleceu o modelo desenvolvimentista brasileiro nas décadas de 1950 e de 1960.

Apesar desse perfil, segundo ele, é quase unânime a rejeição dos oficiais da ativa a uma ação mais decisiva dos militares na política nacional. “Há um grande respeito à hierarquia e à liderança dos comandantes”, destaca Lourenção, que também atribui ao fantasma de 1964 o desejo de um distanciamento da política. Ou seja, a visão intervencionista dos oficiais da reserva não encontra eco entre os militares da ativa.

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24 respostas para “Apesar da perplexidade com a crise, comando do Exército barra planos de intervenção militar”

  1. ALMANAKUT BRASIL disse:

    Matéria de 2017!

    Em abril de 2018, a Intervenção está aí e avançando!

  2. Álvaro José Coutinho Caldas disse:

    Pois é, e eu que conheci as Forças Armadas quando ela realmente “cuidava” do Brasil…quantas saudades…
    Hoje vejo o Brasil comandado por partidos cujos representantes são trastes humanos.
    Seres odiosos que só pensam no próprio bolso e o povo que se foda.
    É lamentável morar no país mais rico do planeta, que tem a melhor terra, tempo, etc. do planeta e ter que ver o povo de baixa renda sofrer o dia a dia de favelado, próximo da extrema miséria. Porém, minha maior tristeza é saber que o único salvador da Pátria está sendo calado, e o miserável, que é o único responsável por eleger os ratos dessa política nojenta, tão cedo NÃO VERÃO a luz do fim do túnel.

  3. Flavio Perdigao disse:

    E agora, quem poderá nos socorrer? Estamos à deriva, literalmente. O papel das forças armadas é garantir a ordem constitucional? Ok. Verdade. O atual governo obedece a Constituição e as leis que regem o país? Os governos anteriores obedeciam? NÃO. Todos eles feriram ou ferem as leis que norteiam esse país, roubando descaradamente, se locupletando, sob o olhar leniente da sociedade que deveriam proteger e sob o olhar passivo das forças armadas, que deveriam impedir, constitucionalmente, o que juraram defender. Estão acabando com o país, com a República, nos transformando numa republiqueta bolivariana. Até quando? Até nos tornarmos uma Venezuela? Se as forças armadas não puderem reestabelecer a ordem constitucional, quem poderá? Vou chamar o Chapolim Colorado?
    SOCORRO!!!!! ACORDEM FORÇAS ARMADAS –
    Parafraseando a música, digo: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”

  4. Damir disse:

    Até antes da gestão FHC as Forças Armadas eram comandadas por Oficilais Generais das Três Armas com status de MINISTROS. Os “civis” no poder decidiram então parece criar o Ministério da Defesa, chefiado por um Ministro civil, e as Forças Armadas lideradas por comandantes. Ora , antes os Ministros Militares tinham assim uma posição muito forte na República, eram assim como se as forças armadas fossem um “4º poder”. Com o Ministro da Defesa civil, as forças armadas foram adquirindo um perfil de instituições assim como a Caixa econômica, o Banco do Brasil, BNDS,, podendo ser substiuido o Ministro com mais facilidade e este que assumisse poderia trocar todos os comandantes em seguida. Não há mais como as Forças ARmadas terem uma só voz, um só pensamento, foram divididas em setores, o setor do exército, o da aeronáutica e o da marinha. Nem se sabe mais se existe ainda o Estado Maior das Forças Armadas e se existe se este é chefiado por um militr ou por um civil. Que podem esses setores influirem na política do País? Nada! O povo agora tem que contar com a coragem e e a independência do poder judiciário, mas até este está sendo pouco a pouco também enfraquecido com os ministros do supremo sendo sabatinados por um poder e empossados por um outro poder, ficando parecendo que o poder judiciário ficasse sendo parecido como setores subordinados aos dois outros poderes.

  5. Sergio Russo disse:

    As esquerdas se encarregaram nos ultimos tempos de enlamear as forças armadas pelo tempo da ditadura .
    A gritaria foi tanta que prevaleceu a verdade vermelha , mas em 64 haviam só duas opções : ou uma ditadura militar ou uma ditadura comunista de inspiração castrista . Era uma ou outra .
    Durante a luta terrorista que os comunistas fizeram durante a ditadura militar , muitos documentos dos rebeldes foram apreendidos . E para surpresa de todos , não há uma unica referencia para restabelecer a democracia mas falava-se abertamente em impor uma ditadura vermelha se vencessem.
    Depois de 25 anos , a ditadura militar acabou mas não acabou a sanha e a tara das esquerdas pelo poder no Brasil. Em 2003 começou um governo de esquerda eleito democraticamente nas urnas . Depois de treze anos , deu para ver que a unica coisa entregue foram toneladas de saliva , 13 milhões de desempregados , 33 trimestres seguidos de queda do PIB , e a ética , moralidade e honestidade estraçalhada pelo maior caso de corrupção acontecido na Petrobras , não havendo nada semelhante desde o tempo de Nabucodonosor com os jardins suspensos da Babilonia .
    E porque os militares deveria tomar o poder agora ? Não foi o povo que escolheu esta esquerda bandida , corrupta e incompetente nas urnas ? Quem pariu Mateus que o embale . Se o povo votou nas esquerdas que só trouxe miséria e desalento para o Brasil , use o mesmo voto para mudar tudo o que está ai e deixem os milicos levarem suas vidas.

    • Edi Andrade disse:

      O que voce diz prova que voce de historia do Brasil nada sabe,

      • Sergio Russo disse:

        Eu não li nos livros de História . Eu vivi toda esta época e pessoas como voce são ” haters ” , combatem gratuitamente , sem saber o que combatem . São os eternos do contra . Aponta ai , ô imbecil , aonde estão os erros ?

    • Só que no Brasil nós nunca tivemos uma ditadura militar, o que nós tivemos foi uma intervenção militar por solicitação do próprio povo com medo dos comunistas transformarem o Brasil num país comunista. Se nós tivéssemos tido uma ditadura militar no Brasil os comunistas não teriam chegado ao poder, eles teriam sidos mortos todos, como Fidel Castro fez quando chegou ao poder em Cuba, ele matou mais de cinco mil cubanos, enquanto aqui devido os comunistas irem pra cima dos militares com fuzil e metralhadoras, morreram menos de quintos. Então a onde tivemos uma ditadura em Cuba ou no Brasil????

      • José Virgilio Rosas Duarte disse:

        Vocês ficam repetindo umas inverdades que revelam a grande boçalidade que nutre o pensamento da direita esquizofrênica, que não tem nenhum compromisso com a realidade, apenas com as suas fantasias doentias. Por exemplo, de acordo com as pesquisas realizadas pelo IBOPE na época, houvesse eleições em 1965, João Goulart se reelegeria presidente.

      • Sílvio Miguel Gomes disse:

        Leia os livros sobre os documentos deixados pelo General Geisel, fala da imensa corrupção que se instalou nas Forças Armadas e das torturas.
        LEIA O LIVRO do Jornalistas Hélio Contreiras: MILITARES CONFISSÃO (Militares da linha dura fazem declarações sobre o período da ditadura).

  6. Agnaldo Antônio Perez Nogueira disse:

    Gravações denunciam Presidente da República; Presidente da Câmara; Presidente do Senado; Ministros do Governo em tramoia pra barrar investigações da PGR e da PF; provas (dinheiro vivo) são colhidas em malas, apartamentos e contas no exterior; negociatas a luz do dia são realizadas com dinheiro público afim de se manter a impunidade no Governo e no Congresso; isenção de impostos à empresas estrangeiras por 25 anos no total de 1 trilhão de reais ao mesmo tempo que se divulga a necessidade de ajuste fiscal ao povo, com aumento do combustível, gás (o que reflete no custo dos alimentos em razão do transporte); redução da correção do valor do salário mínimo, não são motivos de intervenção pelas Forças Armadas? Mas se o povo começar a exercer a justiça privada, aí as Forças Armadas irão defender a Democracia? Dando borrachadas nos roubados e enganados pagadores de impostos?

    • Donaldo Mitsunori Dagnone disse:

      Na verdade estamos melhores do que nunca enquanto país: agora estamos descobrindo e julgando e condenando a corrupção! Não precisamos de militares no Poder. Aqui não é Cuba.

      • Agnaldo Antônio Perez Nogueira disse:

        O Rio, ES e RN não concordam com senhor.

        • Donaldo Mitsunori Dagnone disse:

          Rio: Bolsonaro nada fez; Rio está uma bagunça sem sinal de possível melhora
          RN: está com os militares na rua; virou um RJ
          A solução é Alckmin: sensato e poderado

          • Agnaldo Antônio Perez Nogueira disse:

            Donaldo o Sr. diz q você deve estar falando de outro Alckmin. Pois em São Paulo os servidores (enfermeiros, socorristas do SAMU, PMs, PCs, Agentes Penitenciários, ou seja, servidores públicos que não recebem R$ 21.000,00 e R$ 25.000,00 amargam desvalorização dos salários (sem reposição da inflação, não é aumento não) há quase 4 anos. Detalhe muito importante o PSDB deve ser mais honesto que o Lula, pois as investigações nunca avançam, principalmente aqui em São Pulo. Infelizmente a Lei ainda não é para todos.

  7. Infelizmente todas as nossas instituições foram contaminadas por esses últimos quatorze anos de um governo corruPTo que só fez mal ao país e as Forças Armadas também não escaparam. O pior que elas nunca foram humilhadas como foram nesses anos desses governos comunistas corruPTos. Eles humilharam tanto as Forças Armadas que chegaram ao cúmulo de colocar um ex-guerrilheiro terrorista que no passado lutou contra as Forças Armadas, para comandá-las Em 1964 os nossos comandantes militares não permitiram que os comunistas transformasse o Brasil num país comunista e derrotaram. Agora os nossos comandantes atuais, alem de serem humilhados por esses governos comunistas, ao ponto de deixarem as nossas Forças Armadas serem sucateadas, as humilham e eles ficam caladinhos. Será que eles só irão reagir quando o Brasil se transformar numa Venezuela miserável de vez????

    • Edi Andrade disse:

      Voce disse tudo, todas, as instituições,civis , militares ou religiosas, todas

    • José Virgilio Rosas Duarte disse:

      Para de falar besteira, idiota !!! Se o PT fosse corrupto como a tua burrice estaria no Poder ao lado de Temer/Cunha/PSDB e de sua quadrilha, com apoio da mídia golpista.

    • Adriano San Martin disse:

      E onde foi parar todo o dinheiro de 500 anos de Brasil antes do PT? O PT fez Pois antes do PT, no governo FHC morria era 300 crianças de fome por dia. Vc já tem certa idade, podia ate ser meu avo. Então, toma vergonha na sua cara e para de propagar mentiras por ai.

  8. Lea Campos disse:

    NAO TEMOS A QUEM RECORRER, A MENOS QUE EXONEREM VILLAS BOAS. OEXERCITO TEM OTIMOS SEGUROS MEDICOS,GANHAM BEM, APOSENTADORIA GORDA, PRECISANDO DE CIRURGIA BARIATICA, E TODO TIPO DE MORDOMIA QUE O POVO NEM CONHECE. QUE SAUDADE DE MEDICE, E DOS OUTROS 4 QUE COLOCARAM O PAIS EM ORDEM.

  9. Walldemar Sobrinho disse:

    Apesar de ter vivido todo período do Regime Militar, do primeiro até o último dia, não acho que eles sejam solução, assim como também não acredito na democracia brasileira. A crise de hoje é muitíssimo pior que a de 1964 e o futuro do “país’ é o pior possível. Quem viver, verá.

  10. wzfr disse:

    TRISTE NOTÍCIA, QUER DIZER QUE OS COMANDOS MILITARES ESTÃO CONFORMADOS DE SEREM SUBORDINADOS A CIVIS LADRÕES, CORRUPTOS, BANDIDOS, LESA PÁTRIA……NÃO SE FAZEM MAIS MILITARES COMO OS DE 1964…….

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